domingo, 30 de janeiro de 2011

Purê de mandioquinha com gorgonzola

Essa receita aprendi com o senhor Julio Verlangieri, um apaixonado e estudioso da gastronomia.
É uma entrada ótima para o inverno, mas vi no supermercado a mandioquinha e o gorgonzola e não resisti. Quando tirei do forno estava borbulhando...


4 Mandioquinhas médias
1 Cebola pequena ralada
1 Dente de Alho ralado (sem o miolo)
1 Colher de sopa de manteiga
100 gr de Creme de leite fresco
8 Fatias de gorgonzola
200 gr de parmesão ralado grosso (uma boa marca)
Sal à gosto

Modo de preparo:
1- Descasque e corte a mandioquinha mais ou menos do mesmo tamanho, coloque em uma panela com água e um pouco de sal e cozinhe.
2- Bata a mandioquinha no liquidificador com um pouco da água do cozimento.
3- Aqueça a manteiga em uma panela, coloque a cebola e o alho e refogue rapidamente.
4- Acrescente a mandioquinha e o creme de leite, deixe apurar um pouco.
5- Em um ramequim coloque um pouco de purê, coloque um pouco de gorgonzola, cubra com purê... (não encha muito pois borbulha e espirra).
6- Finalize com o parme~são ralado e leve para gratinar em forno quente.
Sirva em seguida.

Obs: Cuidado com o sal pois os queijos e a manteiga são salgados.
O Sr. Julio aconselha a usar grana padano, e o sabor realmente é muito bom...

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Zabaione salgado


Vocês devem conhecer o Zabaione como sobremesa, antes de ontem fiz o zabaione salgado como um molho para peixe, ficou bem gostoso e leve.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Zabaglione ou zabaione é uma sobremesa italiana, muito leve, que se obtém batendo gemas, açúcar e vinho Marsala numa tigela colocada dentro de um tacho com água a ferver.
O zabaglione parece ser conhecido na Itália há muitos séculos. Diz-se que a arte de prepará-lo era conhecida dos cozinheiros que acompanharam a Catarina de Médicis quando ela foi para França, para casar com Henrique de Orléans, futuro rei desse país. Catarina tinha tinha então (1533) apenas 14 anos. Com os seus cozinheiros, os franceses aprenderam não só a receita do sabayon, como lhe chamaram na França, mas muitas outras especialidades italianas.

1 Posta alta de peixe
1 Dente de alho amassado
Azeite à gosto
Sal à gosto

Zabaione salgado
3 Gemas
1 Limão (zeste e suco)
½ Colher de café de Sal
1 Colher de sopa de Manteiga

Zeste - Termo francês que se refere à parte externa da casca das frutas cítricas, onde se concentram cor, perfume e óleos aromáticos. Para sua utilização, deve ser retirada com faca pequena ou com um descascador apropriado, de forma a não trazer junto a parte branca e amarga da casca.

Modo de preparo:

1-     Tempere o peixe com um pouco de sal e coloque o alho apenas de um lado.

2-     Aqueça uma frigideira com azeite, coloque o peixe com a parte com o alho voltada para cima. Deixe fritar dos dois lados e ficar dourado. Reseve.

3-     Para o molho: usar duas panelas para banho maria, ou uma panela e uma vasilha de metal para colocar em cima da outra (importante: a água do banho maria não pode encostar em cima da vasilha de cima).

4-     Colocar na vasilha as gemas, a zeste do limão, o suco do limão e o sal, bater com um fouet e colocar no banho maria batendo sem parar (quando a gema mudar de cor e de consistência parecendo um molho) acrescentar a manteiga. Demora uns 5 minutos batendo. Servir em seguida.

Obs: É um molho muito leve, mas você tem que fazer e servir na hora.

Se a temperatura do banho maria for muito alta o molho desanda.

Servi com um purê de batata com alho assado.

Apesar da manteiga que usei no molho acho que esse peixe combinaria muito com um Chardonay sem madeira pois o sabor do limão ficou bem pronunciado.

 

Purê de batata

4 Batatas médias cozidas e espremidas

1 Gema

100 gr de queijo parmesão ralado

+ ou - 100 ml de leite

Noz moscada à gosto

5 Dentes de alho assados e espremidos

Sal à gosto

 

Modo de preparo:

1- Coloque as batatas cozidas e espremidas em uma panela. acrescente o leite, o queijo ralado, o sal, o alho e a noz moscada, misture e coloque a gema por último. Misture bem.

2- Leve ao fogo médio mexendo sem parar.

Se gostar de um purê mais consistente coloque menos leite, menos consistente mais leite.

Para assar o alho é só levar uma cabeça de alho inteira ao forno médio de 15 a 20 minutos.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Bruschetta, Couscous e Cordeiro

“Bruschettas” de tomates


Quando comecei a fazer esse prato chamei de bruschetta, porém não é uma bruschetta original.
Como eu não tinha manjericão usei orégano seco, mas o majericão fresco faz toda a diferença.

Bruschetta (AFI[brusˈketta]) é um antepasto italiano feito à base de pão, que é tostado em grelha com azeite e depois esfregado com alho. Há diversas variações, sendo bastante conhecida a bruschetta de tomate, que leva, por cima da fatia de pão, tomates e manjericão.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Por que não é uma bruschetta original: eu não tosto o pão (prefiro ele mais macio para absorver o tempero), e o alho eu incorporo no tempero, não esfrego no pão.

2 Tomates italianos maduros
2 Dentes de Alho esmagados sem o miolo (o miolo é indigesto)
1 Limão
Folhas de manjericão frescas
Sal à gosto
Azeite às gosto
Pão italiano fatiado

Modo de preparo:
1-               Corte os tomates em cubos médios e coloque em uma vasilha.
2-               Emague o alho, esprema o limão, tempere com o sal e o azeite.
3-               Corte o manjericão em chiffonade (empilhe as folhas de manjericão, enrole e fatie – é igual fatiar couve).
4-               Deixe marinando na geladeira por 30 minutos.
5-               Sirva com o pão italiano.
Obs: deixe para que cada pessoa coloque no seu pão para que não umedeça o pão com antecedência. Fica uma delícia com a Baguete Tradition da Padaria Real.
Esse tomate pode ser usado em um macarrão, cozinhe a massa e depois de marinado o tomate misture no macarrão quente e sirva, é um prato leve para o verão.

Couscous Marroquino


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Cuscuz é um prato originário do Maghreb, região do norte de África.
Consiste num preparado de sêmola de cereais, principalmente o trigo, mas também pode ser à base de farinha ou polvilho, de milho, arroz ou mandioca. Salgada e levemente umedecida, a massa é posta a marinar para incorporar o tempero. Daí, tem a sua cocção pela infusão no vapor. Pode ser incrementado com outros ingredientes, como é o costume do sudeste do Brasil, ou apenas ir acompanhado de leite, ovos, manteiga ou carne-de-charque, como é a preferência no nordeste.
Além do Brasil, o cuscuz também é consumido em outros países da América Latina. A Portugal acredita-se que chegou no reinado de D. Manuel I (1495-1521), sendo mencionado na obra de Gil Vicente. A grafia francesa couscous, é frequentemente usada para todas as variações deste prato em livros de culinária europeus.
Em Cabo Verde o cuscuz é um bolo tradicional, feito com farinha de milho, e cozido a vapor num recipiente de barro especial (binde), análogo a uma cuscuzeira. Leva pouco açúcar e é normalmente comido quente, às fatias, com manteiga.

2 Xícaras de Sêmola para couscous
2 Xícaras de Caldo de legumes fervendo
4 Colheres de sopa de Azeite
40 Gramas de Castanha de caju
30 Gramas de castanha do pará
30 Gramas de Amêndoas
Hortelã à gosto
Sal à gosto

Modo de preparo:
1-     Coloque o couscous em uma vasilha, coloque o caldo por cima e tampe ou cubra com filme plástico, deixe hidratar enquanto prepara os outros ingredientes.
2-     Pique na faca as castanhas de caju, do pará, as amêndoas. Reserve.
3-     Corte o hortelã em chiffonade.
4-     Tempere o couscous com o azeite, o sal e acrescente as nozes e o hortelã e misture bem.
5-     Sirva a seguir,
Obs: Se quiser dar um toque adocicado coloque figos secos e damascos em cubos pequenos.

Fundo de legumes (1,5 lts)
2 Litros de água
300 gr de Cebola em cubos
75 gr de Salsão em cubos
75 gr de Cenoura em cubos
50 gr de Alho poró fatiado

Modo de preparo:
1-     Coloque água fria na panela, coloque os legumes picados, ferva e abaixe o fogo, deixe cozinhar lentamente por até 1 hora.
2-     Coe e esfrie.
Obs: Esse é o caldo de legumes básico, algumas pessoas colocam cravo, sementes de erva doce ou buquê garni, eu prefiro fazer o caldo básico e colocar os temperos nas minhas preparações para que cada preparo tenha seu tempero.

Costela de cordeiro


1 Costela de cordeiro (aproximadamente 1,5 kg)
1 Garrafa de Cerveja Munchen Bamberg
300 ml de Fundo de legumes
1 Maço de Alecrim
4 Colheres de Molho Barbecue
Sal grosso à gosto
Saco de Celofane de assar

Modo de preparo:
1-     Coloque o celofane em uma assadeira, coloque o cordeiro dentro, tempere com o sal grosso e os galhos de alecrim.
2-     Coloque a cerveja por cima e o caldo de legumes.
3-     Leve ao forno médio (180oC por 1 hora e 30 minutos), coloque o caldo em uma panela e deixe em fogo alto para reduzir.
4-     Pincele o barbecue dos dois lados do cordeiro e volte na assadeira para dourar no forno alto (aproximadamente 15 minutos de cada lado).
5-     Sirva com o couscous marroquino.
Eu fiz esse receita outro dia com stinco de cordeiro da Cow Pig e a Cerveja Rauchbier da Bamberg, como não achei hoje fiz com a costela, minha irmã adorou, eu gostei mais com o stinco (é a canela do cordeiro).

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Pão

Minha mãe ganhou um presente de natal do meu irmão com segundas intenções: uma máquina de pão da Britânia, e ela teve segundas intenções comigo pois sabia que eu ia usar a máquina mais do que ela. Tenho feito pão dia sim, dia não desde então...
Um dos pães que mais gostaram foi o pão de mandioquinha (a receita da máquina é com batata, mas acho a mandioquinha muito mais saborosa). Nesse além da mandioquinha coloquei calabreza.


1 Copo de Leite com dois ovos (colocar os ovos e o leite por cima)
2 Colheres de sopa de manteiga
1 Copo de mandioquinha cozida e espremida
2 Colheres de chá de sal
2 Colheres de sopa de açúcar
3 1/4 Copo de farinha de trigo
2 3/4 Colher de chá de Fermento biológico seco

Se tiver a máquina de pão é só seguir as instruções do manual, para fazer na mão:
1- Bater no liquidificador: o leite, os ovos, a manteiga, a mandioquinha, o sal, o açúcar e o fermento.
2- Colocar a farinha em uma vasilha, abrir um buraco no meio, colocar o líquido no meio e ir agregando a farinha devagar.
3- Amassar até ficar bem homogêneo e uma massa úmida.
4- Tampar com um pano e deixar descansar por aproximadamente 40 minutos.
5- Dividir em 4, modelar os pães e descansar por mais 20 minutos.
6- Assar em forno a 180oC por aproximadamente 35 a 40 minutos,
(Para saber se o pão está assado você dá uma batidinha na parte de baixo dele, se fizer baruho como oco ele está assado).

sábado, 15 de janeiro de 2011

Clássicos - Suflê de Palmito, Crème Brûlée de Castanha de Caju

Eu gosto muito dos clássicos, para serem clássicos tem motivo...
Mas gosto de mudar pequenas coisas para dar um toque pessoal.
Dois clássicos que fiz essa semana foram: Suflê e Creme Brûlée.

A palavra francesa 'soufflé' significa 'soprado' ou 'inchado'. A regra básica do prato é ter essa aparência. O prato original é servido quente e costuma ser salgado, porém existem suflês doces muito saborosos.

Suflê de Palmito



Roux - Mistura de farinha de trigo e manteiga em quantidades mais ou menos iguais (depende do resultado que você quer). E a cor do roux varia também de acordo com sua preparação, essa cor depende do tempo que você doura a farinha na manteiga.

Bechamel - um dos molhos básicos preparado partindo do roux, leite, cebola e temperos.

3 Colheres de sopa de Farinha de trigo
3 Colheres de sopa de Manteiga
300 ml de Leite
Sal à gosto
Pimenta do reino à gosto
1 Colher de café de Noz moscada
4 Ovos
2 Colheres de sopa de azeite
200 gr de Palmito em rodelas
1 Cebola picada
Manteiga para untar
Farinha de mandioca para polvilhar

Modo de preparo:
1- Roux: Derreter a manteiga na panela, acrescentar a farinha de trigo e deixar a farinha levemente dourada mexendo.
2- Bechamel: Tirar a panela do fogo e ir colocando o leite bem devagar, mexendo sempre, até formar um mingau.
3- Voltar a panela ao fogo, colocar o sal, pimenta e a noz moscada e deixar engrossar. (Se o molho ficar muito espesso colocar um pouco mais de leite). Ponha em uma vasilha e leve à geladeira.
4- Aquecer o azeite em uma panela, refogar a cebola e acrescentar o palmito. Reservar.
5- Quando o bechamel esfriar acrescentar as gemas e o palmito reservados e misturar bem. 
6- Bater as claras em neve e incorporar delicadamente ao creme de palmito.
7- Untar ramequins com manteiga e salpicar farinha de mandioca, colocar o creme de palmito, levar ao forno a 250oC por 15 minutos.

Ramekin

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Um ramekin ou ramequin é um pequeno pote de cerâmica usado para a preparação e o serviço de vários pratos ou guarnições. Dentre outros: creme brûlée, pratos gratinados com queijo e suflê.
Tradicionalmente circular com um exterior estriado, o ramekins também pode ser encontrado em formas de novidade, como flores ou corações.
Os ramekins são construídos para resistir a altas temperaturas; como eles são freqüentemente usados em fornos, ou em caso de creme brûlée, são de fato expostos à chama (maçarico).
O nome "Ramekin" é compartilhado com o nome de um prato de queijo inclusive migalhas de pão de pão e ovos, do fancês, ramequin.

Crème brûlée
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Crème brûlée (francês para "creme queimado") é uma sobremesa que consiste em um creme rico e cremoso, feito com creme de leite, ovos, açúcar e baunilha, com uma crosta de açúcar queimado por um maçarico. É geralmente servido gelado e em ramekins individuais. Além de baunilha, pode-se usar também chocolate, café, canela, coco, licores etc.
Foi atestado primeiro na França, no livro de receitas de Massialot em 1691. No Reino Unido, é associado com o Trinity College, Cambridge, ao qual, o nome da universidade era queimado sobre a sobremesa com uma brasa quente. Na Catalunha, é chamada de crema catalana, e é feita com limão, laranja e canela. Em Portugal, o pastel de belém guarda algum parentesco com o crème brulée.
Às vezes, ao açúcar queimado era dado uma Reacção de Maillard, ou caramelização, pingando por cima um pouco de bebida alcoólica.

Crème Brûlée de Castanha de Caju


250 ml de Leite
250 ml de Creme de leite fresco
1 Fava de baunilha
4 Gemas
80 gr de Açúcar refinado
300 gramas de castanha de caju moída
Açúcar cristal

Modo de preparo:
1-               Coloque o leite e o creme de leite em uma panela, abra a fava de baunilha ao meio, raspe a fava na panela, leve ao fogo médio até começar a ferver, desligue e reserve tampado.
2-               Tire a fava do creme. Misture as gemas com o açúcar refinado e coloque um pouco do creme por cima, mexa rapidamente sem parar, agora coloque essa mistura das gemas devagar no creme mexendo sem parar até agregar bem. Acrescente as castanhas de caju moídas ou picadas na faca.
3-               Coloque o creme em ramequins. Leve ao forno pré-aquecido a 100oC em banho maria por cerca de 45 minutos. Deixe esfriar um pouco, leve à geladeira por 3 horas.
4-               Para servir seque delicadamente a superfície do creme com um papel toalha, coloque 1 colher de açúcar cristal e queime com o maçarico para fazer uma crosta. (você pode levar ao forno alto para caramelizar rapidamente o açúcar).

Essa receita da base eu peguei do livro: Larousse das sobremesas.
O clássico não acrescenta as castanhas, se você quiser pode fazer de outros sabores como castanha do pará, castanha de baru, pistache, chocolate... Depende da sua criatividade.
Esse método de preparo eu achei o melhor para o creme brulee, já vi outras receitas em que levam o creme para cozinhar antes de levar ao forno, porém acaba virando um pudim, não fica bem com a consistência de creme como nesse método.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

La Pasta Gialla

Olá

Hoje fui ao La Pasta Gialla em Sorocaba e comi um Gnocchi com molho de tomate e ragu de ossobuco, estava muito gostoso, o molho levemente adocicado, nada ácido, harmonizei com um Montepulciano que caiu muito bem...

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Férias - Torta de alho poró

Oi pessoal

Férias, crianças em casa, o que fazer para entretê-las?
Algumas coisas na cozinha são super legais, além de ser um estímulo para comerem...
Fiz uma torta de alho poró com meu sobrinho de 3 anos, ele adorou cortar a decoração...



Massa podre (pâte brisé)
Essa massa da foto usei a receita do Vitor Hugo (http://pratofundo.com) que adoro.

Pâte Brisée (Massa Podre Salgada)
Pâte Sucrée (Massa Podre Doce) coloque 2 colheres (sopa) de açúcar

300g de farinha de trigo
200g de manteiga gelada cortada em cubos
1 colher (chá) de açúcar cristal
1/2 colher (chá) de sal
3-5 colheres (sopa) de água gelada

Modo de preparo:
1-     Em uma tigela coloque a farinha de trigo, sal, açúcar e manteiga.
2-     Esfarele a manteiga e a farinha com as pontas dos dedos até conseguir o aspecto de farofa (areia úmida). Esta etapa pode ser feita no processador.
3-     Agregue a água (a 1ª vez que fiz não coloquei água, ela fica bem quebradiça, dessa vez coloquei toda a água).
4-     A quantidade de água depende da farinha de trigo usada. Adicione uma colher  por vez e misture para unir a massa. Não trabalhe demais a massa, mexa apenas o suficiente para juntá-la.
5-     Embale em saco ou plástico filme, leve para a geladeira por umas duas horas, se quiser pode usar no dia seguinte.
6-     Gosto de pré-assar a massa para não ter perigo de “embatumar”, fure a massa para ela não estufar.  Uma dica quando o recheio estiver muito úmido e você for usar sem pré-assar, pincele clara na massa, ela cria uma película e impermeabiliza a massa.
7-     Para pré-assar usar o forno pré-aquecido, e quente, o ideal é após colocar na forma manter mais uns minutos na geladeira antes de usar pois o calor da sua mão derrete a manteiga, quanto mais gelada a massa estiver, melhor será o resultado final.

A receita tradicional de Pâte Brisée (Livro: Técnicas de Cozinha Profissional – Mariana Sebess)
Essa massa fica mais elástica e mais amarela por causa do ovo, é mais fácil de trabalhar, porém não fica tão quebradiça.

200 gr de Farinha de trigo
5 gr de Sal
100 gr Manteiga sem sal
1 Ovo
30 ml de água

Modo de preparo:
1- Peneirar a farinha com o sal,incorporar pedaços de manteiga com os dedos até ficar uma farofa úmida.
2- Acrescentar o ovo batido com a água.
3- Amassar com a palma da mão para unir os ingredientes.
4- Deixar por 1 hora na geladeira. Abrir entre 2 sacos plásticos, colocar na assadeira com fundo falso, deixar na geladeira 1 hora antes de usar, furar e pré-assar em forno médio pré-aquecido até começar a dourar.

Se quiser dar mais textura e mais sabor tanto na massa doce, como na salgada, experimente colocar amêndoas moídas (ou castanha de caju, ou castanha do pará) fica uma delícia.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Salada de Bifum

Salada de Bifum
1 pacote de bifum (macarrão japonês de arroz)
1 pacote de kani kama desfiado
1 unidade de pepino japonês ralado
1 Cenoura ralada
1 colher de chá de sal
5 colheres de sopa de açúcar
8 colheres de sopa de vinagre de arroz
1 colher de sopa de óleo de gergelim
6 colheres de sopa de gergelim sem casca

Modo de preparo:
1-     Desfie o kani, rale o pepino, a cenoura, tempere com sal, açúcar, vinagre de arroz, óleo de gergelim e gergelim.
2-     Coloque o macarrão em uma panela com água fervente, deixe até amolecer (uns 2 minutos), escorra e coloque embaixo da água corrente.
3-     Escorra, acrescente os ingredientes temperados.
4-     Leve para gelar e sirva em seguida.

Natal - Barquinhas de salmão defumado, Canapé de gorgonzola, Camembert com peras marinadas, Salada de folhas com palmito pupunha, Kani desfiado e caprese, Quiche de cogumelos, Batata rústica, Farofa de amêndoas, Panna cotta, Mousse de chocolate

Olá, como foram de natal? Muita comilança?
Queria dividir com vocês a ceia que eu e a tia Elaine fizemos...

Barquinhas de salmão defumado
600 ml de Creme de leite fresco
200 gr de Cream cheease
400 gr de Salmão defumado (carpaccio)
1 Caixa de barquinhas Arosa
Gergelim branco e preto para decorar
Dill para decorar

Modo de preparo:
1-               Bater o creme de leite fresco até o ponto de chantily (sem açúcar), juntar na batedeira o cream cheease.
2-               Com um saco de confeitar encha as barquinhas com o creme, coloque 1 fatia de salmão e decore com os dois gergelins ou com o dill (eu prefiro os gergelins).

Canapé de gorgonzola
600 ml de Creme de leite fresco
200 gr de Cream cheease
200 gr de Gorgonzola
Torradas canapés

Modo de preparo:
1-               Bater o creme de leite fresco até o ponto de chantily (sem açúcar), juntar na batedeira o cream cheease (é a mesma base do creme anterior).
2-               Agregar o gorgonzola e bater até incorporar.
3-               Com um saco de confeitar colocar o creme nas torradas e servir.

Camembert com peras marinadas
2 Unidades de queijo camembert
2 Peras Willians
200 gr de Açúcar
100 ml de Água
100 ml de Mel de abelha
6 unidades de Cravo da índia
2 unidades de Canela em pau
3 unidades de Anis estrelado
6 unidades de Zimbro
6 unidades de Pimenta da Jamaica
150 gr de Pimenta rosa (arueira)

Modo de preparo:
1-               Faça uma calda com a água, o açúcar, o mel e as especiarias, deixe no fogo até ferver.
2-               Corte as peras ao meio e em fatias não muito finas, nem muito grossas. Coloque as peras e as reserve em um bol com água e vinagre.
3-               Escorra as peras e coloque na calda fervente, deixe 1 minuto, desligue o fogo e tampe a panela.
4-               Após aproximadamente 20 minutos retire as peras, volte a calda ao fogo até reduzir e parecer um mel.
5-               Corte o camembert ao meio (como se ficassem 2 queijos), coloque em uma assadeira (a parte branca para cima) e leve ao forno quente por uns minutos para começar a derreter, coloque as peras em um prato como pétalas, disponha o queijo no meio e coloque um pouco de calda com especiarias por cima.
6-               Pode servir como entrada ou como sobremesa.
Essa receita aprendemos com o Deusdedith e sempre faz sucesso, essa calda é muito aromática, algumas ervas adicionei por minha conta.

Salada de folhas com palmito pupunha, Kani desfiado e caprese
A salada é para nos sentirmos menos mal com tanta comida...




Bacalhoada (por conta da Tia Elaine)


Lombo de porco (por conta da Tia Elaine)




Quiche de cogumelos
Massa
350 gr de Manteiga
650 gr de Farinha de trigo
50 gr de Fubá
2 Ovos
5 gr de Sal
5 gr de Açúcar

Cobertura
4 Ovos grandes batidos
425 ml de Creme de leite freco ou de caixa
150 gr de Queijo parmesão ralado
Sal à gosto
Pimenta do reino em pó à gosto
Noz moscada à gosto

Recheio
200 gr de Shitake
200 gr de Cogumelo paris
200 gr de Shimeji
1 Dente de alho
1 Galho de alecrim
1 Ramo de salsinha
20 ml de Azeite
20 gr de Manteiga
Sal à gosto

Modo de preparo:
1-               Misture os ingredientes da massa com a ponta dos dedos (amasse somente para ligar) coloque em um saco plástico e deixe na geladeira.
2-               Pique o alho e as ervas bem batidos. Pique os cogumelos.
3-               Coloque o azeite, a manteiga e o alho na frigideira e deixe começar a dourar, acrescente os cogumelos, as ervas e cozinhe alguns minutos (não deixar os cogumelos muito tempo para não ficarem moles). Reserve.
4-               Tire a massa da geladeira, pegue um saco plástico, vá colocando porções de massa e abrindo com um rolo. Forre o fundo e as laterais de uma forma com fundo falso com a massa. Fure a massa e pré-asse em forno quente por aproximadamente 10 minutos.
5-               Misture bem os ingredientes da cobertura.
6-               Coloque o recheio no fundo da forma, cubra com a cobertura e leve ao forno médio por aproximadamente 25 minutos.
Essa receita da massa foi o Marquinho da UNISO que me deu, é muito boa...


Batata rústica
4 Batatas médias
Sal grosso (o gourmet da Lebre é bem legal)
Azeite à gosto
Alecrim à gosto

Modo de preparo:
1-               Descasque as batatas, lave e corte em 4.
2-               Coloque as batatas em uma assadeira com tefal, o sal suficiente para salgar a batata, o azeite suficiente para dourá-las e o alecrim.
3-               Leve ao forno alto e vire as batatas de tempos em tempos.
Muita gente me pergunta se as batatas não queimam, se você virar sempre para dourar não queimará e quanto mais tempo ela fica a casca fica mais crocante e o meio macio.


Farofa de amêndoas
2 Cebolas roxas fatiadas
100 gr Manteiga
30 ml de Azeite
150 gr Castanha pará triturada
150 gr Castanha caju triturada
1 Manga em cubos médios
1 Pimenta dedo de moça picada sem semente
400 gr Farinha de mandioca torrada
Salsinha à gosto
Sal à gosto
Modo de preparo:
1-               Aqueça o azeite com a manteiga, refogue a cebola até ficar macia.
2-               Acrescente a farinha e misture até ficar úmida.
3-               Acrescente as castanhas, a pimenta, a manga, tempere com o sal.
4-               Desligue o fogo, acrescente a salsinha picada delicadamente para não quebrar a manga.
Essa farofa eu e o Carlinhos fizemos no concurso da Prazeres da mesa.


Panna Cotta com calda de frutas vermelhas
Panna cotta
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
A panna cotta (em italiano significa literalmente "nata cozida") é uma sobremesa típica da região italiana do Piemonte, elaborada a partir de nata de leite, açúcar, gelatina e especiarias, especialmente canela. Consome-se sozinha, com compotas ou com fruta fresca.
Receita de um site de um chef italiano
200 ml de Leite
190 gr de Açúcar
800 gr de Creme de leite
12 gr de Gelatina
1 Fava de baunilha (opcional)

Calda de frutas vermelhas
200 gr de framboesas
200 gr de mirtilo
50 gr de açúcar

Modo de preparo:
1-               Aqueça o leite, o creme de leite, o açúcar e a fava de baunilha até começar a ferver.
2-               Hidrate a gelatina conforme as instruções do fabricante (eu prefiro usar gelatina em folha)
3-               Desligue o fogo, agregue a gelatina ao creme mexendo para não formar grumos.
4-               Se quiser pode colocar em formas para desenformar em pratos, eu prefiro usar verrines (copos de tipo de pinga) pois pode deixar pronto e não precisa desenformar.

Calda
1-               Coloque o açúcar e as framboesas na panela e deixe no fogo baixo até ficar uma calda espessa, desligue o fogo e acrescente o mirtilo.
Sirva as panacotas com um pouco de calda por cima e como diria o Sr. Júlio com uma colher de café para demorar mais para comer.


Mousse de chocolate
1 kg de Chocolate meio amargo
2 colheres de sopa de Manteiga
8 Gemas
8 Claras em neve
500 ml de creme de leite fresco
50 gr de Açúcar

Modo de preparo:
1-               Derreta o chocolate em banho maria com a manteiga, quando estiver derretido e fora do fogo misture as gemas e o açúcar até agregar.
2-               Bata as claras em neve, separado bata o creme de leite até ficar em ponto de chantilly.
3-               Misture o creme de leite ao chocolate e por último (delicadamente) as claras em neve.
4-               Leve para gelar por no mínimo 4 horas.
Aprendi esse mousse no Vila Florinda, ele sempre faz sucesso...


Bolo de chocolate
250g de Manteiga
150g de Nozes
150g de Amêndoas
300g de Chocolate em barra
100g de Açúcar
6 Ovos
1 Pitada de sal

Modo de preparo:
1-               Unte uma forma redonda com manteiga.
2-               Triture as nozes e as amêndoas em um processador por cerca de 40 segundos até formar farinha.
3-               Junte 200g de chocolate, triture mais e em seguida coloque esta farinha em uma tigela.
4-               No mesmo processador, junte a manteiga e o açúcar e bata bem até ficar cremoso.
5-               Acrescente as gemas dos ovos e bata mais um pouco. Junte com a farinha e misture bem.
6-               Bata as claras com uma pitada de sal. Misture as claras com a massa do bolo, fazendo movimentos circulares.
7-               Coloque esta mistura na forma e acrescente 100g de chocolate em pedaços, colocando-os espalhados entre a massa. Coloque no forno baixo por cerca de 1 hora (no meu forno ficou pronto com 35 minutos).
Essa receita peguei com o Jamie Oliver, desde que vi me chamou a atenção pois não vai farinha de trigo, apenas farinha de amêndoa.
Servi a mousse em cima dessa base.


Para harmonizar servimos:
Com as entradas: Espumante Domno Ponto Nero Brut Metodo Charmat.
Com o bacalhau: Paulo Laureano Branco
Com o lombo: Chateau Los boldos MerlotE com a sobremesa: Nederburg Noble Late Harvest (África do Sul)