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domingo, 26 de fevereiro de 2012

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Casa com Vinho

Olá

Eu e a Camila começamos a desenvolver um blog com sugestões de pratos e vinhos acessíveis, para que as pessoas possam fazer harminizações e criar o hábito do vinho acompanhar a comida como complemento da refeição.
Colocamos nossa primeira sugestão, se quiserem passar para conhecer nosso blog, sugerirem vinhos ou pratos que tenham dúvidas sobre harmonização, será um prazer podermos agregar valor às eno-experiências de cada dia...

O endereço é: http://casacomvinho.blogspot.com/

Abraços

Karina P. Papa

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Degustação Pinot Noir

Participamos de uma degustação de Pinot Noir, infelizmente alguns não estavam na temperatura adequada, mas o Francês realmente se destacou.

Produtor: Domaine Dujac - França
Vinho: Morey Saint-Denis 2007

Produtor: Coldstream Hills - Austrália
Vinho: Coldstream Hills Pinot Noir 2008

Produtor: Humberto Canale SA - Argentina
Vinho: Humberto Canale Gran Reserva - 2009
Produtor: Vinhos Salton SA Ind e Com - Brasil
Vinho: Salton Volpi Pinot Noir - 2009
Produtor: Greywacke Vineyards - Kevin Judd - Nova Zelândia
Vinho: Greywacke Pinot Noir - 2009
Produtor: Paul Hobbs Winery - USA
Vinho: Paul Hobbs Pinot Noir - 2006

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Aula de Café

Tivemos uma aula sobre café na ABS/SP com Isabela Roposeiras.
Após uma aula dessas ficamos assustados com os cafés que consumimos no dia-a-dia, além de quebrarmos o paradigma de não ferver a água para o café, pode ferver, o que deixa o café amargo é a péssima qualidade do café.
Fiquei muito curiosa para conhecer o Coffeelab - R. Fradique Coutinho, 1340 - V. Madalena, São Paulo.
Apesar que fiquei apreensiva por não querer mais comprar o café do dia-a-dia. Após o café ser moído ele deve ser consumido em no máximo 20 minutos, outra informação que nos chocou.




segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Coalhada e Carpaccio

Segunda feira nos reunimos na casa da Edna para fazer Coalhada seca, o Cido nos ensinou e ficou fantástica, aproveito para agradecê-lo.
Na quinta feira nossa surpresa:


E a Jacinta nos presenteou com um Carpaccio de Mignon com Pesto de Agrião, Redução de Balsâmico, Palmito Juçara e Queijo Cottage Temperado. Estava delicioso.



E como não podia faltar, um vinho que eu trouxe da Argentina.


Como sempre tivemos uma reunião muito agradável e produtiva, valeu...

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Degustação Royal Tokaji

Participei de uma degustação de um produto muito especial: Tokaji.

Tokaji ("procedente de Tokaj" em húngaro), é a denominação recebida pelos vinhos produzidos na região de Tokaj-Hegyalja na Hungria e também numa pequena extensão da Eslováquia. Foi adquirindo diferentes nomes na Europa, dos quais o mais comum é Tokay, utilizado em França e na Inglaterra.

O vinho de Tokaji merece citação no próprio hino nacional húngaro.
Situada 200 km a leste de Budapeste, esta região vinícola estende-se por uma zona de produção de cerca de 6.000 hectares[1].

Esta região é o reflexo de uma tradição vinícola única, existente há pelo menos mil anos e que se manteve intacta até aos nossos dias e a sua paisagem cultural histórica faz parte do Património Mundial da UNESCO desde Junho de 2002[2].
O rio Tisza e o afluente Bodrog, essenciais ao micro clima da região.Esta região encontra-se situada a uma altitude entre 100 a 400 metros acima do nível do mar. O seu clima tipicamente continental é caracterizado por invernos extremamente frios e verões muito quentes. A generalidade das suas vinhas situam-se nas encostas dos montes Zemplen, junto aos rios Bodrog e Tisza. O tipo de solo é predominantemente de origem vulcânica com uma elevada percentagem de argila. A reunião de todos estes factores cria condições propícias ao desenvolvimento de Botrytis cinerea, favorecido pela já referida proximidade dos rios e consequente humidade.
As principais castas utilizadas nesta região, nomeadamente para a elaboração do Tokaji, são fundamentalmente as Furmint (casta com um elevado potencial aromático), Hárslevelü (que proporciona a formação de um elegante bouquet nos vinhos obtidos) e Muscat[3].
As caves do vinho Tokaji são cavadas nas rochas das montanhas vulcânicas da região, formando labirintos que chegam a ultrapassar os 30 quilómetros. Estas caves mantém de forma natural níveis constantes de temperatura e humidade, criando condições ideais para armazenar e envelhecer os vinhos da região.[4]
Esta é uma lista de tipos de Tokaj[5]


Vinhos secos: Apelidados em tempos ordinarium (vinho comum) hoje em dia passaram a indicar o nome das respectivas castas: Tokaji Furmint, Tokaji Hárslevelû e Tokaji Sárgamuskotály.
Vinhos de Vindimas Tardias: Nesta categoria encontram-se vinhos provenientes de uvas parcialmente botrytizadas, com maior ou menor quantidade de açúcar residual.
Tokaji Szamorodni: Esta palavra de origem polaca significa: "como nasceu" ou "como isso cresce". O Szamorodni é elaborado a partir de uvas parcialmente botritizadas sem selecção dos bagos botritizados (aszú). Usado como aperitivo pode ser seco ou doce dependendo da proporção de uvas botritizadas.
Tokaji Aszú: São os vinhos mais conhecidos da região. Provêm da adição ao vinho de base de uvas com elevado grau de podridão (também designada por podridão nobre), como resultado da presença do fungo Botrytis cinerea, dando origem à formação de uma massa pastosa. A quantidade desta "massa" adicionada ao vinho de base é quantificada em recipientes próprios designados por puttonyos (cada puttonyo significa 25 kg de aszú). Nos rótulos destes vinhos encontramos obrigatoriamente o número de "puttonyos" adicionados (varia de 3 a 6).
Tokaji Eszencia: Uma raridade absoluta, o sumo gota-a-gota dos bagos de aszú. A Eszencia é um néctar com uma concentração de açúcar comparável à do mel.

Os vinhos que degustamos foram:
Tokaji Furmint - 2009

Ats Cuvée Late Harvest 2008


Blue Label Tokaji Aszú 5 Puttonyos - 2007


Gold Label Tokaji Aszú 6 Puttonyos - 2006







Esse é o Sr. Ben Howkins, fundador da Royal Tokaji junto ao Sr. Hugh Johnson.
O Sr. Ben é Master of Wine, e consultor da Château Lafite Rothschild.






sábado, 4 de fevereiro de 2012

Workshop Concha Y Toro

Sexta feira fui ao Senac Aclimação ao Workshop: Desafios da Importação e Distribuição de Vinhos no Brasil com o diretor da Concha y Toro.
Conhecendo produtores pessoalmente descobrimos por que as empresas que se destacam estão em sua posição, nessa palestra pudemos conhecer a seriedade e o comprometimento da vinícola com um produto de qualidade, com uma administração comprometida com o meio ambiente e com o bem estar de sua comunidade.
Quando uma empresa se destaca nunca é por acaso, mas por um trabalho sério, com os pés no chão, e muito respeito ao mercado.
Mesmo com a crise mundial com certeza será uma empresa que crescerá.



E os vinhos que degustamos...


sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Prime Rib

Bom que eu sou fã da Cowpig não é segredo, outro dia fiz um Prime Rib suíno.
Dessa vez não usei cerveja Bamberg, mas usei shoyo e alecrim que combinam muito com carne de porco.
Também usei sal rosa que ganhei da Gisele (foi um brinde da Sadia).



Para quem não sabe:

Sais são cristalinos, brancos ou coloridos, quase sem aroma. O branco é o mais comum. O sal é fundamental na cozinha. Os cristais duros desaparecem em contato com a água, mas transformam caldos insípidos em pratos cheios de vida. Quimicamente, o sal nada mais é que cloreto de sódio, constituído de 40% de sódio e 60% de cloro, substâncias indispensáveis à vida, que, com o potássio, desempenham papéis vitais no organismo, mantendo o equilíbrio hídrico, a pressão osmótica dos fluidos corpóreos e o potencial elétrico das células. Entre os tipos de sal há variações pequenas nas proporções dos outros minerais, que é o que dá a peculiaridade a cada um. O produto já foi raro, mas hoje não há carência e seu preço é baixo. A raridade fica por conta dos sais estrangeiros coloridos, como o sal rosa do Himalaia, na Ásia. Os depósitos ficam ao pé da montanha, formada há milhões de anos, quando a região era banhada por mar. O sal pode ser encontrado no mercado em torrões grandes, pequenos ou já triturados. O lindo tom vem dos minerais presentes, que também contribuem para que seu sabor se diferencie dos demais, com toque metálico agradável e suave. O ferro, por exemplo, dá o tom avermelhado e o manganês, o laranja, resultando num salmão brilhante. A diferença de sabor com outros sais não é gritante; portanto, dependendo do uso, se perde no preparo. Na comida, vale mais pelo charme e por saber que é mais puro, sem a adição de iodo. Não é, pois, para ser usado em pratos com caldo. Mas, como sal de mesa ou de finalização, é ótima pedida. Vai bem com carnes grelhadas, saladas com molho de azeite de oliva, legumes salteados na manteiga ou qualquer outro alimento preparado, em especial os que tenham mais gordura do que água, para que não se dilua rapidamente.


Saúde
É ruim para: Quem sofre de hipertensão arterial (pressão alta), que precisa reduzir o teor de sódio da dieta; e pessoas com gastrite, porque o excesso de sal pode também irritar o estômago.

É bom para: Ser consumido com moderação por quem é saudável, pois realça o sabor dos alimentos, melhorando o apetite; e contribuir para a dieta com pequena quantidade de minerais.

Ficha técnica

100 g de sal rosa contêm:
Magnésio -
32,7 mg
Potássio - 8 mg
Selênio -
3,03 mcg
Sódio -
38752 mg
Zinco - 0,388 mg
Calorias - 0
Proteínas - 0 g
Carboidratos - 0 g
Cálcio - 45 mg
Cobre - 0,018 mg
Ferro - 0,103 mg
Como se escolhe
Pode ser adquirido em lojas de temperos e nos supermercados que dispõem de uma ampla linha de temperos importados, em especial nos grandes centros urbanos. Em torrões grandes e miúdos, ou ainda finamente triturado em cristais, pode ser encontrado na versão importada ou de marca nacional, também importado porém embalado pelos distribuidores. Confira a coloração, que deve ser rosada ou salmão. Verifique no rótulo dados como o prazo de validade e a procedência. Se não encontrar sal rosa do Himalaia, você pode substituí-lo pelo sal rosa do Peru. Observe se o produto não está úmido, melado ou pedrado. Só compre se estiver bem seco e solto.
Como se prepara
Como é higroscópico (atrai água), não deve ser colocado com muita antecedência em carnes a grelhar, pois faz exsudar seus líquidos, deixando-as ressecadas. Pequena quantidade pode ser usada em pratos doces. Uma pitada nos pães, bolos e mingaus ajuda a equilibrar o sabor. Tem composição similar - o mesmo cloreto de sódio - à do sal comum e vários teores de outros minerais. Por isso, o interessante é tirar proveito de sua pureza, já que não recebe aditivos, e da cor atraente. A melhor maneira de explorar suas virtudes é usá-lo na finalização dos pratos. Sirva sobre azeite de oliva, manteigas, cremes, peixes grelhados ou qualquer prato mais gorduroso do que aguado. Use para temperar salada de abacate

http://caras.uol.com.br/noticia/sal-rosa-do-himalaia#image0

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Chá com espumante

01/02 Tivemos uma aula muito legal sobre chás com a especialista Carla, da: A Loja do Chá Tee Gschwenddner.
O início da aula aconteceu com um brinde de chá de frutas vermelhas com espumante, e no decorrer provamos um bolo feito com chá.
Eu ainda não conheci, mas pretendo ir à loja no Shopping Iguatemi em São Paulo.