quinta-feira, 30 de maio de 2013

Que tal preparar um Hamburguer Caseiro?


HAMBURGUER CASEIRO

Ingredientes:

  • 1 dente de alho picado
  • Sal a gosto
  • Pimenta-do-reino a gosto
  • Tomilho fresco a gosto
  • 1/2 cebola picada
  • 1/2 quilo(s) de carne moída
  • Azeite para fritar
  • 6 fatias de queijo prato
  • 1 colher(es) de sopa de manteiga
  • 2 xícara(s) de café de cogumelos de paris fatiados
  • Folhas de sua preferência para acompanhar

Modo de preparo:Em uma tigela misture o alho, sal, pimenta, tomilho, cebola e a carne. Reparta a carne misturada em seis partes iguais e molde em formato de bolas. Usando as mãos achate as bolinhas até formar um disco (hambúrguer). 

Coloque os hambúrgueres em um prato e cubra com um plástico. Leve a geladeira por aproximadamente 30 minutos, isso fará com que eles fiquem mais firmes e fáceis de preparar. 

Aqueça uma frigideira em temperatura média. Coloque o azeite e frite cada lado dos hambúrgueres. Um pouco antes de dar o ponto, coloque sobre cada carne uma fatia de queijo e abafe a panela com uma tampa para que ele derreta. Reserve. 

Frite cada disco por aproximadamente sete minutos de cada lado, ou até que fiquem cozidos por igual. Se preferir mal passado, deixe no fogo por no máximo cinco minutos de cada lado. 

Na mesma frigideira coloque a manteiga e salteie os cogumelos fatiados. Acerte sal e pimenta e sirva com o hambúguer. Escolha as folhas de sua preferência (como alface, rúcula ou agrião) e coloque também como guarnição.

sábado, 25 de maio de 2013

Os diferentes tipos de sushis

Existem vários tipos diferentes de sushis e, de acordo com o formato e recheio, recebem nomes diferentes. Os mais conhecidos são:

Califórnia: versão americanizada de uramaki, é uma boa opção para quem não gosta de peixe cru. Vem com kani, pepino e manga (ou abacate). Algumas vezes o sushiman inclui maionese, outras vezes cream cheese.



Hossomaki: é o arroz e o recheio envoltos em alga marinha. Hosso quer dizer fino e maki significa "enrolado", daí, "enrolado fino". Conforme o recheio usado, o hossomaki leva um nome diferente:
Tekamaki - de atum.
Kapamaki - de pepino.
Shakemaki - de salmão.



Nigiri: bolinho de arroz em forma alongada coberto com fatias de peixe cru ou ainda polvo e camarões. Sempre preparados à mão sem a ajuda de esterinhas ou formas e apresentados em pares. O movimento da mão ao fazer este bolinho leva o nome, em japonês, de niguiri, daí o nome deste sushi. As pessoas tendem a "molhar" o arroz do niguiri no shoyo, mas o certo conforme a cultura oriental é "molhar" o peixe.


Norimaki: bolinho de arroz enrolado em alga de nori. Este sushi é recheado com omelete, pepino, maionese, abacate, alface, camarões e lulas.


Temaki: é o cone de alga recheado com arroz, peixe e pepino. O nome quer dizer "enrolado na mão" (Te=mão). A alga marinha do temaki tem que estar bem sequinha e crocante. Se você demora para comer (quando pede para entregar em casa, por exemplo), a alga amolece com a umidade e fica "borrachenta".


Uramaki: arroz sobre folha de nori (alga), tiras de peixe ou outros ingredientes, enrolado de forma que o arroz fique na parte externa. Ura quer dizer "fora". O uramaki normalmente vem com gergelim, que além de enfeitar, dá um sabor especial. Depois é cortado em 6 unidades. O mais conhecido é o uramaki califórnia.



Com o crescente mercado de sushis a criatividade dos sushiman uma enorme variedade de modelos, cortes e ingredientes passou a ser oferecida. Algumas condenáveis como os sushis com frutas e com recheios de queijo ou empanados. Alguns mestres tradicionais torcem o nariz e se recusam a preparar estas novidades. 

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Vinho do Porto, um pequeno resumo.


O vinho do Porto é um vinho natural e fortificado, produzido exclusivamente a partir de uvas provenientes da região demarcada do Douro, no norte de Portugal a cerca de 100 km a leste do Porto E apesar de produzida com uvas do Douro e armazenada nas caves de Vila Nova de Gaia, esta bebida alcoólica ficou conhecida como "Vinho do Porto" a partir da segunda metade do século XVII por ser exportada para todo o mundo a partir desta cidade.
A "descoberta" do Vinho do Porto é polêmica. Uma das versões, defendida pelos produtores da Inglaterra, refere que a origem data do século XVII, quando os mercadores britânicos adicionaram brandy ao vinho da região do Douro para evitar que ele azedasse. Mas o processo que caracteriza a obtenção do precioso néctar era já conhecido bem antes do início do comércio com os ingleses.
 O que torna o vinho do Porto diferente dos restantes vinhos, além do clima único, é o fato de a fermentação do vinho não ser completa, sendo parada numa fase inicial (dois ou três dias depois do início), através da adição de uma aguardente vínica neutra (com cerca de 77º de álcool). Assim o vinho do Porto é um vinho naturalmente doce (visto o açúcar natural das uvas não se transformar completamente em álcool) e mais forte do que os restantes vinhos (entre 18 e 22º de álcool).

terça-feira, 14 de maio de 2013

Cortes de Carnes


Segundo o chef Alain Jacot, para se ter um bom bife, ele deve ser cortado ao contrário da fibra. "Se a gente cortar a favor da fibra, ele certamente ficará duro. Qualquer carne tem que estar lisa", lembra. 

Vale ressaltar que a qualidade da carne também é muito importante e precisa ser de uma fonte confiável, de um local com higiene. A carne tem que ter um tom vermelho cereja e um cheiro agradável. #FicaaDica.





Filé mignonÉ o corte mais macio de carne bovina. Um filet mignon inteiro tem aproximadamente 2 quilos. Tem sabor adocicado e menos acentuado que a alcatra e o contrafilé, é suculento e tem pouca gordura. É ideal para bifes, como tournedor, medalhão, escalope, estrogonofe e também para rosbifes, assados, refogados e picadinhos. Fica bem acompanhado de vários tipos de molhos. Para churrasco, pode entrar como um ingrediente do espetinho misto ou xixo, ou preparado em bifes grossos na grelha ou inteiro no espeto.



Alcatra
A alcatra é macia e tem pouca gordura, sendo ideal para bifes, refogados, assados e ensopados. Fica excelente no churrasco, tanto no espeto ou em bifes grossos na grelha. Evite cortes finos, pois a carne poderá ressecar.



Picanha

Parte macia, mais marmorizada e com capa de gordura, tem sabor acentuado. É de fácil preparo e muito suculenta. É própria para churrascos, podendo ser assada inteira ou em postas no espeto ou na grelha. É boa para assados, bifes ou carne de panela. É importante prepará-la com a gordura para que o sabor e maciez fiquem mais acentuados, podendo-se retirá-la na hora do consumo. Se houver ainda uma membrana prateada na parte inferior da picanha, retire-a antes do preparo para evitar que a carne encolha durante o cozimento. Lembre-se que a picanha pesa entre 1 quilo e 1 quilo e meio, portanto se você encontrar picanhas maiores à venda saiba que na verdade há uma parte de coxão duro que não foi separada do corte sendo vendida junto.



Coxão mole
Com fibras curtas e macias, é um corte macio que fica bom em assados, ensopados, picadinhos, escalopes, milanesas, bifes finos e enrolados, ou então moídos para refogados e molhos.




Patinho
Menos macio que a alcatra, é usado para bifes à milanesa e preparações de carne moída crua, como o quibe e o steak tartar, ou então moída, cozida em refogados, molhos, bifes e assados. A parte inferior do patinho é um dos melhores cortes para escalope. Ideal também para picadinhos como o boeuf bourguignon (de origem francesa), goulash (origem húngara) ou spezzatino (origem italiana).




Lagarto
De cor mais clara, fibras longas e magras, tem formato arredondado, alongado e bem definido. Preparo típico é a carne de panela, carne desfiada (carne louca) podendo ainda ser usado em assados e rosbifes. Pode ser recheado com lingüiça ou vegetais e ovo e assado no forno. Ainda cru e cortado em fatias bem finas, produz o famoso carpaccio.



quinta-feira, 9 de maio de 2013

Tanicidade

Afinal o que é tanicidade?
Um das substâncias mais presentes e as vezes mais inconvenientes em um vinho é a presença do tanino
, um elemento contido só nos tintos e dá a impressão de travar a boca. Quanto mais baixa a temperatura, mais evidente ele fica, tornando o vinho desagradável se a bebida estiver gelada. Essa substância está presente nas cascas e nas sementes das uvas, presente também na madeira do tonéis. 

O fundamental na vinificação dos tintos é a maceração, que consiste em manter um contato com os taninos das sementes e cascas, isso ajuda a dar a cor aos tintos. Na cuba de fermentação, teremos uma massa uniforme com polpas, cascas e sementes, assim que começar a inoculação das leveduras, esse processo liberará CO2, fazendo com que a polpa e a semente fiquem na superfície, ficando assim não haverá a maceração, o enólogo fará a remontagem que é fazer a polpa do fundo, através de bombas, "molhar" a superfície, fazendo com que haja a maceração. Depois que o vinho estiver descansando nos tonéis de madeira, ele absorverá taninos da madeira.
Certo, tudo isso parece ser muito bonito, mas afinal o que isso interfere no vinho, vocês devem estar se perguntando isso.
Muita coisa, um vinho tânico produz aquela sensação na parte interna da boca e na gengiva que parecem que enrugam, a mesma sensação que quando comemos uma banana verde, parece que "amarra"a boca.
Vinhos muito tânicos não são assim para ter sabor agradável agora, mas esperam que um dia sejam grandes vinhos, com o valor e o reconhecimento que todos almejam. O tanino age como um conservante para prolongar a vida ativa dos tintos. Os vinhos possuem a capacidade de absorver toda espécie de elementos aromáticos, mas precisam de tempo para eles se ligarem e formarem vinhos espetaculares.  Trabalho esse do enólogo que determinará o quanto de tanino deverá ter o vinho afim de equilibrar os outros elementos aromáticos.
Conforme os vinhos vão amadurecendo seus taninos vão ficando menos evidentes e tornando-se mais suaves, os aromas baseados em frutas começam a despertar.
Hoje em dia há muitos vinhos em que o enólogo projeta o vinho para ter poucos taninos para ser consumido jovens.


7o Paladar Cozinha do Brasil


A semana passada tive a oportunidade de participar de uma aula sobre Buffet Brasileiro, com o Chef Rui Gomes do Grand Hyatt São Paulo, responsável pelos eventos do hotel.
A palestra foi muito legal, ele falou sobre as tendências para eventos, tanto em termos de ingredientes como em termos de louças e serviços.
Tive a oportunidade de conhecer a Marisa Ono (http://marisaono.com/delicia/), ela produz o melhor alho negro que encontramos no Brasil, sou fã dela, e também encontrei o repórter da Revista Adega, e meu amigo Álvaro Cézar Galvão, além da Joanna e Daniela Martins (do Lá em Casa de Belém), e a Lis (aluna da UNISO que conheci em Belém).
Dia de muito aprendizado e encontros e reencontros muito bacanas! Abaixo algumas fotos do evento.




sexta-feira, 3 de maio de 2013

Casa com Vinho: Saladinha com Espumante Brut Club Des Sommeliers Extra

Inspiradas pelo calor e por pratos do nordeste, eu, a Jacinta e a Edna pensamos em fazer um prato leve, com um toque defumado e notas adocicadas para entrada do nosso jantar.

Tínhamos que fazer uma entrada leve pois a moqueca de siri mole é leve também, e não comportaria algo pesado no início.

Saladinha, Melão com Presunto Royale e Vinagrete de Maracujá

Ingredientes:

2 Fatias finas de Melão
2 Fatias finas de Presunto Royale Sadia
Folhas nobres (Alface americana, Alface crespa, Alface crespa roxa, Radiccio)
30g Maracujá azedo
20ml Azeite de Oliva Extra Virgem
8g Sal
15ml Suco de limão





Modo de Preparo:
1- Misturar o maracujá, o azeite, o sal e o limão e mexer bem.
2- Colocar no prato a saladinha de folhas, ao lado as fatias de melão cortadas ao meio.
3- Disponha o vinagrete por todo o prato.

Para essa entrada podemos perceber vários elementos: a doçura do melão, o ácido do maracujá e do limão, o leve amargo do radiccio, o sal e a untuosidade do azeite.
Harmonizamos com um espumante brut e casou bem.


Harmonização:


A acidez do vinho e seu leve açúcar residual combinaram bem com o maracujá e a doçura do melão. Como o defumado do presunto é bem leve, deu um toque interessante à harmonização. E o salgadinho do presunto e do molho completaram o belo casamento entre o prato e o vinho.




Vinho: Espumante Brut Club Des Sommeliers Extra
Vinícola: Vinícola Miolo Ltda
Álcool: 12°
País: Brasil - Vale dos Vinhedos 

Análise do vinho:

Vinho branco, cor amarelo palha, límpido e brilhante.
No olfato franco, com aromas de frutas cítricas, pão tostado. Na boca apresenta boa acidez, corpo leve/médio, equilibrado. Fresco e agradável.
A sugestão do Club des Sommeliers é para acompanhar frutos do mar , queijos delicados e aves.
O processo de vinificação é o tradicional método Champenoise em que o vinho é fermentado em garrafa (o mesmo método do Champagne).
Utilizamos esse vinho no nosso evento no Sorocaba Park Hotel, o Extra cedeu os vinhos, mas no site do Pão de Açúcar custa R$ 23,90  em Maio de 2013.





Degustação Gambero Rosso


Boa noite Leitores,

Vinhos degustados
No último dia 22, tive uma oportunidade inesquecível: participar de uma degustação de grandes vinhos italianos da Gambero Rosso.
É a reunião de grandes vinhos italianos em uma pequena feira, com uma Master Class fechada para profissionais do mundo do vinho, jornalistas e blogueiros, bem bacana mesmo!

Degustamos vários vinhos fantásticos como Brunello di Montalcino, Trebbiano d´Abruzzo, Montepulciano d´Abruzzo, Chianti, Passito di Pantelleria, sem contar e o ícone italiano: Sassicaia.

Reencontro
 Além dos vinhos fantásticos, pude reencontrar várias pessoas que fazia tempo que não via, foi muito bom. E o serviço de vinhos ficou por conta de um dos maiores sommeliers do Brasil: Diego Arrebola, um grande profissional e que já representou o Brasil em campeonatos nacionais e internacionais.

experiência inesquecível







quarta-feira, 1 de maio de 2013

Concurso Gastronômico Sabor de São Paulo


Boa noite leitores,

Inscrevi o Sorocaba Park Hotel no concurso gastronômico Sabor de São Paulo, que é um projeto da Secretaria de Turismo do Estado de São Paulo e da revista Prazeres da Mesa que pretende fomentar, tornar públicos e perenizar os produtos, matérias-primas e pratos típicos dos municípios do Estado de São Paulo, bem legal!

Em 27/03/13 aconteceu um evento no Senac Sorocaba para escolher os 5 pratos que irão para final em São Paulo, infelizmente o prato do Sorocaba Park não foi selecionado, mas ele entrará no Guia que a Revista Prazeres da Mesa está organizando sobre a região.

Convido todos vocês para experimentarem o prato lá no Sorocaba Park Hotel, que fica na Rua Professor Joaquim Silva, 205 B. Alto da Boa Vista - Sorocaba - SP - (15) 2101-2800.

Prato Tropeiro de Sorocaba:
Picanha de Sol Suína (de produção própria), guarnecida com Arroz branco, Tutu de feijão, 
Paçoca de Carne seca, Mandioca noisette (purê de mandioca frita) e Couve Crocante. 

Sugestão de harmonização: 
Bamberg Alt (Cerveja de alta fermentação, cor vermelha, frutada, toffee e caramelo, com amargor marcante) 
Bamberg Munchen (Cerveja com malte acentuado, caramelo, toffee e casca de pão. 
Cerveja de baixa fermentação cor marrom/avermelhado).